Composição:

A Intimidade

Ou seja, dar a ver em profundidade

A IMERSIVIDADE

aplicada à experiência do espaço e da obra de arte

A COMUNICAÇÃO

que serve de ferramenta ao princípio da intimidade

A CONTEMPORANEIDADE

segundo as concepções de Giorgio Agamben

Pretendemos desenvolver curadoria com artistas cujo perfil de criação pressuponha a procura constante de novas perspectivas sobre o seu próprio trabalho, fazendo-o confluir, simultaneamente, com os nosso princípios orientadores, através de um diálogo em tom de paridade.

Membros do Colectivo:

Procuremos, assim, uma forma de curadoria que se desenvolva, ela própria, nas tentativas (por incentivo ou oposição crítica) de resgate do toque material, do toque sensível (e não falo só de uma dimensão física). Este que tem maior potência em se fazer corpo, em devir consciência. Em se fazer alongar nas volutas da memória.

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A ideia de pensar o espaço como um laboratório, onde a experiência é o motor de toda a obra, foi algo que me atraiu logo à partida. O espaço é o lugar onde artistas e curadores levam a cabo várias experiências, onde as mesmas podem resultar (ou não) em objetos artísticos. Existe uma questão fundamental: com este pensamento do espaço como laboratório, não existe a questão da falha. Isto é, tudo o que fazemos, tudo o que produzimos é algo que vale por si. O que alguém pode considerar “falha” é, na verdade, o resultado de um processo experimental, de um laboratório de ideias e práticas trocadas entre nós e os outros.

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Que eu fizesse desse entendimento uma ponte para a viagem interior compenetrada que qualquer exposição relevante proporciona, onde o espectador se esqueceria do seu carácter passageiro no espaço expositivo e o sobreporia à vida que traz do exterior.

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